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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O novo ambientalismo para a sustentabilidade e o papel da REBIA

O ambientalismo compara-se a uma corrida de bastão com obstáculos. Quando um cansa ou pára, outro continua. Assim, apesar de muitos terem morrido, cansado ou desistindo, a luta continuou e continua, cada vez mais complexa, à medida que cresce a compreensão na sociedade que não basta ser ambientalmente correto sem ser também socialmente justo e viável economicamente.

Se antes, bastava ser cidadão ou cidadã indignados para cobrar por direitos ambientais, agora é preciso também dominar conceitos e conhecimentos complexos sobre meio ambiente, tecnologias limpas, gestão, educação, comunicação, ecoeficiência, legislação ambientais, ecologia política, ecologia humana, economia sustentável, e tudo isso num ambiente de mudanças muito rápidas em que para se manter atualizado e não ser ultrapassado pelos fatos é preciso participar de várias redes sociais, redes de informações, ler muito, dispor-se a estudar EIA/RIMA (Estudos de Impacto Ambientais), participar de audiências publicas, acompanhar e fiscalizar o cumprimento de medidas compensatórias, mitigadoras e reparadoras de empreendimentos que produzem impactos socioambientais, etc.

A formação desse novo ambientalista não ocorrera por um acaso, pensando nisso e como forma de contribuir para a formação e o fortalecimento da cidadania para a sustentabilidade é que, desde janeiro de 1996, os voluntários que fazem a REBIA (Rede Brasileira de Informação Ambiental) vêem contribuindo sem fins lucrativos para oferecer informações de qualidade e atualizadas diariamente através do Portal e da Revista do Meio Ambiente, e assegurado espaço democrático e interativo através de seus fóruns de debates de alcance nacional.

Além disso, a REBIA tem investido na realização de cursos a distância nas áreas de Educação Ambiental, Gestão Ambiental e Comunicação Ambiental, em parceria com a UFF (universidade Federal Fluminense), no apoio e divulgação de literatura sobre estes temas, na realização de cursos-oficinas presenciais destinados principalmente a lideranças comunitárias, jornalistas, professores, gestores públicos e privados além de outros formadores e multiplicadores de Informação, como os realizados pelos voluntários da REBIA durante os Fóruns Sociais Mundiais, em Porto Alegre e em Belém.

Antes, bastava assegurar a democratização da informação ambiental. Agora, precisamos ir além. Precisamos contribuir na capacitação e na formação dos líderes do futuro, capazes de saberem ler as idéias nas entrelinhas, de terem suas próprias idéias e expressá-las adequadamente, pois os rumos da sociedade em direção à sustentabilidade irá resultar de nossas escolhas e de nossa capacidade de negociar conflitos e interesses.
Fonte: Envolverde
Equipe vencedores: Carlos, Nels, Elvira, Maria da paz, Jackson

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

PISCINA GARRAFA PET (DESCARTÁVEL)

MEIO AMBIENTE, SOCIEDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL

Contribuição da Agenda 21 para o nascimento do conceito da sustentabilidade.


A Agenda 21 contribuiu para o nascimento do conceito de sustentabilidade, mas não foi só ela e sim, toda a demanda histórica, principalmente dos últimos 50 anos, quando a humanidade começou a perceber que muitos dos recursos naturais são finitos e escassos.
Surgiu com isso, a necessidade de desenvolver alternativas de desenvolvimento que garantissem mais equilíbrio para a qualidade de vida do planeta.
A Agenda 21 foi um dos documentos gerados na conferência  das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, a ECO-92, realizada no Rio de Janeiro, com a contribuição de governos e instituições da sociedade civil de 179 países. A Agenda 21 global constitui uma estratégia metodológica, um programa de ação para todo o planeta, que orienta as nações para um novo padrão de desenvolvimento para o século XXI, que seja sustentável quanto ao manejo dos recursos naturais e a preservação da biodiversidade; equânime e justo, tanto nas relações econômicas entre os diferentes segmentos sociais de uma nação; economicamente eficiente e politicamente participativo e democrático. Além de assumir um compromisso global, os países participantes da Rio-92 decidiram criar Agendas 21 nacionais e propor que todos os municípios, bairros e comunidades realizassem Agendas 21 locais. Como podemos perceber, a Agenda 21 contribui para o alcance da sustentabilidade da vida no planeta.


Postado por: Afonso Crapiá, Erika Simas, Paulo Cesar e Rondinelio Cunha.