Blog Criado por Estudantes do Curso superior Tecnológico em Gestão Ambiental de Feira de Santana-Ba
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domingo, 12 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Melhorar as condições socioambiental da região através da coleta e reciclagem do Óleo e Gorduras Residuais, reduzindo o descarte aleatório no meio ambiente
OBJETIVOS ESPECIFICOS
Ø Formar e fortalecer parcerias com outras instituições, aumentando assim o poder de abrangência do projeto.
Ø Formação de agentes (socioambientais multiplicadores) nos diversos bairros.
Ø Criação de um selo sócio ambiental para as empresas doadoras de OGR.
Ø Recolher óleos e gorduras residuais (OGR) em residências, restaurantes, hotéis, indústrias, lanchonetes...
COLETA
A coleta será feita nos Eco pontos que serão instalados em diversos bairros da cidade ou em locais de sugestão voluntária.
DESTINAÇÃO
Todo OGR será enviado a UNIDADE DE TRATAMENTO E ARMAZENAMENTO será enviado a PBIO(Petrobras biodiesel) para ser transformado em biodiesel
CONTATO
Para maiores contatos acese o blog: http://mavba.blogspot.com/ e pelos fones (75) 3491-1351 ou 9173-3106
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
O novo ambientalismo para a sustentabilidade e o papel da REBIA
O ambientalismo compara-se a uma corrida de bastão com obstáculos. Quando um cansa ou pára, outro continua. Assim, apesar de muitos terem morrido, cansado ou desistindo, a luta continuou e continua, cada vez mais complexa, à medida que cresce a compreensão na sociedade que não basta ser ambientalmente correto sem ser também socialmente justo e viável economicamente.
Se antes, bastava ser cidadão ou cidadã indignados para cobrar por direitos ambientais, agora é preciso também dominar conceitos e conhecimentos complexos sobre meio ambiente, tecnologias limpas, gestão, educação, comunicação, ecoeficiência, legislação ambientais, ecologia política, ecologia humana, economia sustentável, e tudo isso num ambiente de mudanças muito rápidas em que para se manter atualizado e não ser ultrapassado pelos fatos é preciso participar de várias redes sociais, redes de informações, ler muito, dispor-se a estudar EIA/RIMA (Estudos de Impacto Ambientais), participar de audiências publicas, acompanhar e fiscalizar o cumprimento de medidas compensatórias, mitigadoras e reparadoras de empreendimentos que produzem impactos socioambientais, etc.
A formação desse novo ambientalista não ocorrera por um acaso, pensando nisso e como forma de contribuir para a formação e o fortalecimento da cidadania para a sustentabilidade é que, desde janeiro de 1996, os voluntários que fazem a REBIA (Rede Brasileira de Informação Ambiental) vêem contribuindo sem fins lucrativos para oferecer informações de qualidade e atualizadas diariamente através do Portal e da Revista do Meio Ambiente, e assegurado espaço democrático e interativo através de seus fóruns de debates de alcance nacional.
Além disso, a REBIA tem investido na realização de cursos a distância nas áreas de Educação Ambiental, Gestão Ambiental e Comunicação Ambiental, em parceria com a UFF (universidade Federal Fluminense), no apoio e divulgação de literatura sobre estes temas, na realização de cursos-oficinas presenciais destinados principalmente a lideranças comunitárias, jornalistas, professores, gestores públicos e privados além de outros formadores e multiplicadores de Informação, como os realizados pelos voluntários da REBIA durante os Fóruns Sociais Mundiais, em Porto Alegre e em Belém.
Antes, bastava assegurar a democratização da informação ambiental. Agora, precisamos ir além. Precisamos contribuir na capacitação e na formação dos líderes do futuro, capazes de saberem ler as idéias nas entrelinhas, de terem suas próprias idéias e expressá-las adequadamente, pois os rumos da sociedade em direção à sustentabilidade irá resultar de nossas escolhas e de nossa capacidade de negociar conflitos e interesses.
Fonte: EnvolverdeSe antes, bastava ser cidadão ou cidadã indignados para cobrar por direitos ambientais, agora é preciso também dominar conceitos e conhecimentos complexos sobre meio ambiente, tecnologias limpas, gestão, educação, comunicação, ecoeficiência, legislação ambientais, ecologia política, ecologia humana, economia sustentável, e tudo isso num ambiente de mudanças muito rápidas em que para se manter atualizado e não ser ultrapassado pelos fatos é preciso participar de várias redes sociais, redes de informações, ler muito, dispor-se a estudar EIA/RIMA (Estudos de Impacto Ambientais), participar de audiências publicas, acompanhar e fiscalizar o cumprimento de medidas compensatórias, mitigadoras e reparadoras de empreendimentos que produzem impactos socioambientais, etc.
A formação desse novo ambientalista não ocorrera por um acaso, pensando nisso e como forma de contribuir para a formação e o fortalecimento da cidadania para a sustentabilidade é que, desde janeiro de 1996, os voluntários que fazem a REBIA (Rede Brasileira de Informação Ambiental) vêem contribuindo sem fins lucrativos para oferecer informações de qualidade e atualizadas diariamente através do Portal e da Revista do Meio Ambiente, e assegurado espaço democrático e interativo através de seus fóruns de debates de alcance nacional.
Além disso, a REBIA tem investido na realização de cursos a distância nas áreas de Educação Ambiental, Gestão Ambiental e Comunicação Ambiental, em parceria com a UFF (universidade Federal Fluminense), no apoio e divulgação de literatura sobre estes temas, na realização de cursos-oficinas presenciais destinados principalmente a lideranças comunitárias, jornalistas, professores, gestores públicos e privados além de outros formadores e multiplicadores de Informação, como os realizados pelos voluntários da REBIA durante os Fóruns Sociais Mundiais, em Porto Alegre e em Belém.
Antes, bastava assegurar a democratização da informação ambiental. Agora, precisamos ir além. Precisamos contribuir na capacitação e na formação dos líderes do futuro, capazes de saberem ler as idéias nas entrelinhas, de terem suas próprias idéias e expressá-las adequadamente, pois os rumos da sociedade em direção à sustentabilidade irá resultar de nossas escolhas e de nossa capacidade de negociar conflitos e interesses.
Equipe vencedores: Carlos, Nels, Elvira, Maria da paz, Jackson
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
MEIO AMBIENTE, SOCIEDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL
Contribuição da Agenda 21 para o nascimento do conceito da sustentabilidade.
A Agenda 21 contribuiu para o nascimento do conceito de sustentabilidade, mas não foi só ela e sim, toda a demanda histórica, principalmente dos últimos 50 anos, quando a humanidade começou a perceber que muitos dos recursos naturais são finitos e escassos.
Surgiu com isso, a necessidade de desenvolver alternativas de desenvolvimento que garantissem mais equilíbrio para a qualidade de vida do planeta.
A Agenda 21 foi um dos documentos gerados na conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, a ECO-92, realizada no Rio de Janeiro, com a contribuição de governos e instituições da sociedade civil de 179 países. A Agenda 21 global constitui uma estratégia metodológica, um programa de ação para todo o planeta, que orienta as nações para um novo padrão de desenvolvimento para o século XXI, que seja sustentável quanto ao manejo dos recursos naturais e a preservação da biodiversidade; equânime e justo, tanto nas relações econômicas entre os diferentes segmentos sociais de uma nação; economicamente eficiente e politicamente participativo e democrático. Além de assumir um compromisso global, os países participantes da Rio-92 decidiram criar Agendas 21 nacionais e propor que todos os municípios, bairros e comunidades realizassem Agendas 21 locais. Como podemos perceber, a Agenda 21 contribui para o alcance da sustentabilidade da vida no planeta.
Postado por: Afonso Crapiá, Erika Simas, Paulo Cesar e Rondinelio Cunha.
Surgiu com isso, a necessidade de desenvolver alternativas de desenvolvimento que garantissem mais equilíbrio para a qualidade de vida do planeta.
A Agenda 21 foi um dos documentos gerados na conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, a ECO-92, realizada no Rio de Janeiro, com a contribuição de governos e instituições da sociedade civil de 179 países. A Agenda 21 global constitui uma estratégia metodológica, um programa de ação para todo o planeta, que orienta as nações para um novo padrão de desenvolvimento para o século XXI, que seja sustentável quanto ao manejo dos recursos naturais e a preservação da biodiversidade; equânime e justo, tanto nas relações econômicas entre os diferentes segmentos sociais de uma nação; economicamente eficiente e politicamente participativo e democrático. Além de assumir um compromisso global, os países participantes da Rio-92 decidiram criar Agendas 21 nacionais e propor que todos os municípios, bairros e comunidades realizassem Agendas 21 locais. Como podemos perceber, a Agenda 21 contribui para o alcance da sustentabilidade da vida no planeta.
Postado por: Afonso Crapiá, Erika Simas, Paulo Cesar e Rondinelio Cunha.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
CAMPANHA DE COLETA DO ÓLEO DE FRITURA USADO E AZEITE DE DENDÊ.
O MAV coleta óleo proveniente de fritura usado e azeite de dendê e dá um destino ecologicamente correto.
O óleo de fritura e o azeite de dendê deve ser guardado em garrafas (PET), e entregues nos pontos de coletas.
O óleo de fritura e o azeite de dendê deve ser guardado em garrafas (PET), e entregues nos pontos de coletas.
O óleo reciclado poderá ser utilizado como matéria-prima na fabricação do biodiesel, detergente, e etc.
Fale conosco pelos fones: (75) 3491-1351ou 9173-3106 e informaremos o local mais próximo de você entregar sua coleta, e fornecemos gratuitamente coletores para condomínios, escolas, comércios, indústrias e eventos.
Pequenos atos podem fazer a diferença na preservação do Meio Ambiente. Faça a sua parte!
colabore com o projeto "ÁGUA VIVA",
Estamos à sua disposição para quaisquer esclarecimentos. Fale conoscoFonte http://mavba.blogspot.com
MAV Se Reúne Mais Uma Vez Com a PBIO
Mais uma reunião ocorreu no último dia 27 de outubro de 2010, em Salvador entre representantes do Movimento Água é Vida (MAV) e da Petrobrás Biocosbustivel (PBIO), para discutir a parceria no "Projeto ÁGUA VIVA", que consiste no recolhimento de Óleos e Gorduras Residuais (OGR) por parte do MAV e a compra do mesmo pela PBIO.
Estiveram presentes na reunião representando o MAV, o Superintendente Carlos Souza, O Diretor de Marketing e Comunicação Paulo César, o Diretor Administrativo Vivaldo França e o Conselheiro Administrativo Nivaldo Cruz, a PBIO foi representada pelas consultoras Cláudia Lira e Jeosafira Chagas.
Foram discutidos os encaminhamentos do Projeto Piloto em Feira de Santana, em especial a implantação da coleta de OGR.
Os representantes do MAV informaram que já está em execução a pesquisa de campo sobre o projeto, bem como, o processo de cadastramento de postos de recolhimento de OGR nos bairros.
Ficou definido o prazo final até o dia 08 de setembro de 2010 para o MAV enviar para a PBIO o “Projeto ÁGUA VIVA” escrito. Definiu-se também uma visita de uma comissão da PBIO à Feira de Santana no dia 14 de setembro de 2010, para os acertos finais da parceria.
Conheça mais sobre o Projeto ÁGUA VIVA, envie suas dúvidas para o e-mail do MAV, mavfsa@hotmail.com. e acesse o blog http://mavba.blogspot.com
Estiveram presentes na reunião representando o MAV, o Superintendente Carlos Souza, O Diretor de Marketing e Comunicação Paulo César, o Diretor Administrativo Vivaldo França e o Conselheiro Administrativo Nivaldo Cruz, a PBIO foi representada pelas consultoras Cláudia Lira e Jeosafira Chagas.
Foram discutidos os encaminhamentos do Projeto Piloto em Feira de Santana, em especial a implantação da coleta de OGR.
Os representantes do MAV informaram que já está em execução a pesquisa de campo sobre o projeto, bem como, o processo de cadastramento de postos de recolhimento de OGR nos bairros.
Ficou definido o prazo final até o dia 08 de setembro de 2010 para o MAV enviar para a PBIO o “Projeto ÁGUA VIVA” escrito. Definiu-se também uma visita de uma comissão da PBIO à Feira de Santana no dia 14 de setembro de 2010, para os acertos finais da parceria.
Conheça mais sobre o Projeto ÁGUA VIVA, envie suas dúvidas para o e-mail do MAV, mavfsa@hotmail.com. e acesse o blog http://mavba.blogspot.com
Postado pela equipe Vencedores, Carlos, Nels, Maria da Paz, Elvira e Jakson
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Fontes Alternativas
O mundo começou a sentir, sobretudo desde o início do século XX, os efeitos da exploração de seus recursos naturais, principalmente com a poluição da atmosfera e a degradação do solo. Por outro lado, o petróleo, considerado fonte tradicional de energia, começa a se esgotar, após ser continuamente extraído. O carvão, outro recurso antigo no planeta, também é considerado esgotável. No novo mundo que se desenha, a utilização de fontes alternativas começa a ter uma grande tendência de crescimento.
Estas fontes alternativas, além de não prejudicar a natureza, são renováveis, por isso perenes. Inclui a energia solar, a energia eólica, a biomassa e os biocombustíveis.
Na atualidade, o Brasil é um dos países no mundo que mais apostam em energias renováveis. No mundo, a Alemanha é responsável por cerca de um terço de toda a energia eólica instalada no planeta e metade da Europa.
A força do vento pode ser transformada em energia, a chamada energia eólica contribui para a preservação do meio ambiente, não requer água, nem gera gases que que provocam o efeito estufa.
Biodiesel é um combustível derivado de oleaginosas, tais como: soja, girassol, algodão, mamona, dendê, babaçu, gordura animal, entre outras. A utilização desses biocombustíveis apresenta a vantagem de ser isento de enxofre, além do balanço favorável em termos de emissão de CO2.
Etanol a utilização do álcool como combustível, ou etanol, teve início nos anos 30. Inicialmente, foi estabelicida a aquisição obrigatória de álcool anidro na proporção de 5% da gasolina. A adição permanece indicada por lei, tendo sido elevada para 25%.
Com a implantação do Programa Nacional do Álcool(Proálcool), em 1975, o álcool combustível teve um impulso, os primeiros veículos movidos a álcool hidratado chegaram às ruas em 1979, o mundo vivia a crise do pétroleo e o Brasil lançava as raízes de uma capacidade instalada de produção anual de 16 bilhões de litros de álcool. O uso de álcool restringe a emissão de poluentes de crescente frota de veículos, principalmente de monóxido de carbono, óxidos de enxofre, compostos de chumbo e composto de chumbo.
Biomassa é a denominação genérica para matérias de origem vegetal ou animal que são aproveitadas como fonte de produção de calor ou eletricidade. A utilização do Biogás proviniente do lixo e dejetos sanitários como insumo para produção de energia representa grande benefícios socio-ambiental, esse tipo de projeto proporciona vantagens, principalmente para os grandes centros urbanos, devido à redução de emissões de poluentes, como o metano, gás de grande impacto negativo no meio ambiente.
Enegia solar para geração térmica é uma tecnologia limpa pouca explorada no Brasil, apesar de apresentar grande potencial, em função das caractérísticas climáticas nacionais e pelos resultados expressivos obtidos nos projetos que estão sendo implantados.
Na atualidade, muitas empresas vêm identificando oportunidades, sobretudo na aplicação de aquecimento termo-solar de água.
Fonte:Jornal Correio pag.04,05,06 e 07 do caderno ENEM, 21 de outubro de 2010.
google imagens.
Postado por: Afonso Carapiá, Erika Simas, Paulo de Fumeiro e Rondy Cunha.
Estas fontes alternativas, além de não prejudicar a natureza, são renováveis, por isso perenes. Inclui a energia solar, a energia eólica, a biomassa e os biocombustíveis.
Na atualidade, o Brasil é um dos países no mundo que mais apostam em energias renováveis. No mundo, a Alemanha é responsável por cerca de um terço de toda a energia eólica instalada no planeta e metade da Europa.
Biodiesel é um combustível derivado de oleaginosas, tais como: soja, girassol, algodão, mamona, dendê, babaçu, gordura animal, entre outras. A utilização desses biocombustíveis apresenta a vantagem de ser isento de enxofre, além do balanço favorável em termos de emissão de CO2.
Etanol a utilização do álcool como combustível, ou etanol, teve início nos anos 30. Inicialmente, foi estabelicida a aquisição obrigatória de álcool anidro na proporção de 5% da gasolina. A adição permanece indicada por lei, tendo sido elevada para 25%.
Com a implantação do Programa Nacional do Álcool(Proálcool), em 1975, o álcool combustível teve um impulso, os primeiros veículos movidos a álcool hidratado chegaram às ruas em 1979, o mundo vivia a crise do pétroleo e o Brasil lançava as raízes de uma capacidade instalada de produção anual de 16 bilhões de litros de álcool. O uso de álcool restringe a emissão de poluentes de crescente frota de veículos, principalmente de monóxido de carbono, óxidos de enxofre, compostos de chumbo e composto de chumbo.
Na atualidade, muitas empresas vêm identificando oportunidades, sobretudo na aplicação de aquecimento termo-solar de água.
Fonte:Jornal Correio pag.04,05,06 e 07 do caderno ENEM, 21 de outubro de 2010.
google imagens.
Postado por: Afonso Carapiá, Erika Simas, Paulo de Fumeiro e Rondy Cunha.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
MEIO AMBIENTE, SOCIEDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL
MMA lança Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção
O Ministério do Meio Ambiente lançará nesta terça-feira (4), às 10h, no auditório do Edifício Marie Prendi Cruz (505 Norte, em Brasília), o Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção. Uma publicação elaborada em parceria com a Fundação Biodiversitas que, pela primeira vez, traz um amplo conjunto de informações das espécies presentes nas Listas Nacionais Oficiais de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção.

O principal papel dos livros vermelhos é alertar os tomadores de decisão, profissionais da área de meio ambiente, conservacionistas, e a opinião pública em geral, sobre o risco crescente de extinção de espécies e suas conseqüências sobre o patrimônio genético do planeta. A elaboração de livros contendo as descrições das espécies consideradas sob ameaça de extinção (livros vermelhos), realizada com base em critérios científicos e consulta a especialistas, constitui uma ferramenta básica para a conservação e recuperação dessas espécies.
A elaboração do Livro Vermelho decorre diretamente das Listas Nacionais Oficiais de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção (INs MMA nº 3/2003 e nº 5/2004), incluindo pela primeira vez em uma única obra todas e somente as espécies que o governo brasileiro efetivamente reconhece como ameaçadas de extinção. Representa, portanto, a continuidade de ações iniciadas a partir da elaboração das Listas de Espécies Ameaçadas, no sentido de um dia poder retirá-las dessa condição.
A lista com as espécies citadas nos livros vermelhos pode orientar o desenho das políticas públicas e privadas de ocupação e uso do solo, a definição e priorização de estratégias de conservação, o estabelecimento de medidas que visem reverter o quadro de ameaça às espécies, além de direcionar a criação de programas de pesquisa e formação de profissionais especializados em biologia da conservação.
Primeira lista - A primeira lista de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção é de 1968 (Portaria IBDF nº 303) e contava com 44 espécies. A primeira lista publicada no âmbito do Ibama (Portaria nº 1.522) ocorreu em 1989, com 206 espécies animais sob ameaça de desaparecimento, dentre vertebrados e invertebrados, das quais sete espécies consideradas como provavelmente extintas. A lista atual, publicada por intermédio das Instruções Normativas MMA nº 3/2003 e nº 5/2004, conta com 627 espécies ameaçadas de extinção, sendo 130 de invertebrados terrestres, 16 de anfíbios, 20 de répteis, 160 de aves, 69 de mamíferos, 78 de invertebrados aquáticos e 154 de peixes. Maiores informações sobre o tema podem ser obtidas no Portal
sobre Espécies Ameaçadas de Extinção do MMA, no endereço.
www.mma.gov.br/ameacadas.

Uma espécie some a cada vinte minutos
Humanidade já consome 50% mais recursos do que a Terra consegue oferecer
Perda, alteração e fragmentação de habitats, exploração de espécies selvagens, poluição e mudança do clima são as principais ameaças.
fonte:www.mma.gov.br
postado por:Afonso Carapiá, Erika Simas, Paulo de Fumeiro, Rondy Cunha.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
FIQUE INFORMADO!
ÁREA DE ATUAÇÃO DE UM GESTOR AMBIENTAL
O egresso do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental pode atuar nos segmentos agro-florestais, industriais e órgãos públicos, bem como atuar de forma independente, por meio de assessoria e consultoria. Entre as possíveis áreas de atuação temos:
No setor público, o Tecnólogo em Gestão Ambiental desenvolve projetos e ações para prevenir, minimizar e eliminar a poluição das águas, a destruição das matas nativas, a contaminação do ar e a degradação do solo. Trabalha também planejando o crescimento de cidades, a ocupação de terrenos, a melhoria da qualidade de vida nos centros urbanos e a redução do impacto das chuvas. Em áreas com alto grau de degradação, recupera o solo, implanta sistemas de compostagem e de tratamento de lixo.
No setor privado, o Gestor Ambiental avalia os impactos ambientais do processo produtivo, controla a adoção de tecnologias limpas e o cumprimento das normas de proteção ambiental; implanta e acompanha projetos de exploração de recursos naturais, adotando métodos e técnicas não poluentes; trata efluente e dejetos industriais, implementam programas de reciclagem de materiais e redução de desperdício de matérias primas, sempre procurando melhorar o desempenho econômico e ambiental dos processos produtivos.
FORMANDO CIDADÃOS PARA MUDAR O MUNDO
A Escola Arco-Íris em Irará, Bahia,onde trabalho como secretária e Educadora Ambiental, está desenvolvendo o projeto “Reciclar para garantir o futuro” com o objetivo de divulgar e conscientizar a comunidade escolar sobre a problematização do lixo, origem, destino, desperdício e também para mostrar às pessoas que vários objetos podem ser feitos a partir de materiais recicláveis. A prática ecologicamente correta resultou em uma diversidade de brinquedos, objetos de decoração,entre outros. Utilizando garrafas pet, latas, papelão arrecadadas pelos alunos, professores, pais e funcionários confeccionaram uma gama de brinquedos e objetos de decoração que foram expostos no pátio da escola. Além das crianças terem a possibilidade de brincar, aprenderam que diversos materiais que iriam para o lixo são recicláveis e têm muitas utilidades. Os envolvidos com o projeto acreditam, que a partir dessa iniciativa, outras idéias do gênero sejam colocadas em prática.
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| Luminária |
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| Porta meia |
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| Chaveiros |
Letícia
Educação Ambiental
Se cada um fizer a sua parte conseguiremos,pelo menos, minimizar os efeitos que causamos no planeta Terra,nossa casa.
Faça sua parte! Estamos fazendo a nossa.
Albert,Letícia,Carol,Karine,Suliane,Celma
Faça sua parte! Estamos fazendo a nossa.
Albert,Letícia,Carol,Karine,Suliane,Celma
Educação Ambiental
Como estamos lhe dando com o meio em que vivemos?Que planeta vamos deixar para as gerações futuras?
DISK MEIO AMBIENTE
Dica de Meio Ambiente
Sabe aquele caminhão, carro ou moto que passa soltando fumaça toda vez que você está indo ou voltando do trabalho?
Na maioria das vezes você fica revoltado, mas não sabe exatamente como agir. Agora existe uma forma de você denunciar estas agressões ao "Meio Ambiente"!
Como fazer?
Basta anotar a placa completa do veículo (município, letras e números), local e horário em que você o viu. Depois é só ligar para 0800-113560. Este é o número do telefone do DISK MEIO AMBIENTE, que está recebendo comunicações para a Campanha "Operação Fumaça Preta".
O que acontece?
O motorista receberá uma notificação para fazer uma vistoria/regulagem no veículo. Caso ele não atenda à comunicação no tempo estabelecido, receberá uma multa de R$ 611,00.
Denuncie!
Em vez de você ficar somente reclamando da poluição... faça algo para mudar este quadro!
Lute pelo direito de respirar ar puro!
Divulgue!
Informe este telefone ao maior número de pessoas possível!
0800-113560... 0800-113560... 0800-113560... 0800-113560... 0800-113560...
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
SOCIEDADE, MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Um dos principais efeitos negativos da industrialização é o aquecimento global, que vem descongelando as geleiras.
Postado por: Afonso, Erika, Paulo e Rondynelio
MEIO AMBIENTE, SOCIEDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Em nosso município existe uma cooperativa que separa todo tipo de material reciclavel, a COBAFS(Cooperativa dos Bandaneiros de Feira de Santana) situada AV: João Durval Carneiro, a cooperativa é exemplo de que sociedade pode se desenvolver de forma sustentável com o meio ambiente.
Cooperado prensando garrafas plásticas.
A cooperativa vem fazendo o trabalho de coleta celetva a mais de 5 anos, em bairros do município, industrias.
Uma das cooperadas na triagem do material assim que chega na cooperativa.
Material pronto para ser comercializado.
A COBAFS arrecada em média 40 toneladas por mês, números que variam mês a mês, segundo a coordenadora de produção Viviam, ela ressalta que estes quantidade poderia ser maior com a ajuda da população fazendo entrega voluntária na COBAFS, pois a coleta celetiva não atinge todos os bairros do município, com o apoio do governo municipal com a divulgação da cooperativa, distribuição de panfletos educativos a população orientando a mesma da importância de separar os matérias reciclavéis e etc.
ATENÇÃO MUITO IMPORTANTE!
MAS A ÚNICA COOPERATIVA DA CIDADE DE FEIRA DE SANTANA ESTA PRESTE A NÃO MAIS EXISTIR POIS HOJE AS 11:00HS RECEBEU UMA ORDEM DE DESPEJO ACOMPANHADO DE POLICIAIS MILITARES O OFICIAL DE JUSTIÇA ESTAVA LÁ PRA CUMPRIR O MANDADO, A COORDENADORA VIVIAM NÃO ENTROU EM DETALHES E NEM NOS FALOU O MOTIVO DE DESPEJO, BEM PROVAVÉL POR FALTA DE PAGAMENTO DO ALUGUEL DO PRÉDIO ONDE FUNCIONA A MESMA, PERGUNTAMOS SE O GOVERNO MUNICIPAL CONTRIBUI COM ALGUM INCENTIVO ELA NOS RESPONDEU QUE NÃO,DESESPERADA SEM SABER PARA ONDE NEM ONDE COLOCAR TANTO MATERIAL SEUS OLHOS SE ENCHERAM DE LÁGRIMAS E OS NOSSOS TAMBÉM POIS É TRISTE VER QUE VARIAS FAMÍLIAS QUE VIVEM DA COLETA DE MATERIAL RECICLÁVEL, QUE FORMARAM UMA COOPERATIVA QUE AJUDA O MUNICÍPIO COM PROBLEMA DO LIXO SE ACABAR ASSIM POR FALTA DE AJUDA DOS GOVERNANTES.
Postado por: Afonso, Erika, Paulo e Rondynelio.
Cooperado prensando garrafas plásticas.
A cooperativa vem fazendo o trabalho de coleta celetva a mais de 5 anos, em bairros do município, industrias.
Uma das cooperadas na triagem do material assim que chega na cooperativa.
Material pronto para ser comercializado.
A COBAFS arrecada em média 40 toneladas por mês, números que variam mês a mês, segundo a coordenadora de produção Viviam, ela ressalta que estes quantidade poderia ser maior com a ajuda da população fazendo entrega voluntária na COBAFS, pois a coleta celetiva não atinge todos os bairros do município, com o apoio do governo municipal com a divulgação da cooperativa, distribuição de panfletos educativos a população orientando a mesma da importância de separar os matérias reciclavéis e etc.
ATENÇÃO MUITO IMPORTANTE!
MAS A ÚNICA COOPERATIVA DA CIDADE DE FEIRA DE SANTANA ESTA PRESTE A NÃO MAIS EXISTIR POIS HOJE AS 11:00HS RECEBEU UMA ORDEM DE DESPEJO ACOMPANHADO DE POLICIAIS MILITARES O OFICIAL DE JUSTIÇA ESTAVA LÁ PRA CUMPRIR O MANDADO, A COORDENADORA VIVIAM NÃO ENTROU EM DETALHES E NEM NOS FALOU O MOTIVO DE DESPEJO, BEM PROVAVÉL POR FALTA DE PAGAMENTO DO ALUGUEL DO PRÉDIO ONDE FUNCIONA A MESMA, PERGUNTAMOS SE O GOVERNO MUNICIPAL CONTRIBUI COM ALGUM INCENTIVO ELA NOS RESPONDEU QUE NÃO,DESESPERADA SEM SABER PARA ONDE NEM ONDE COLOCAR TANTO MATERIAL SEUS OLHOS SE ENCHERAM DE LÁGRIMAS E OS NOSSOS TAMBÉM POIS É TRISTE VER QUE VARIAS FAMÍLIAS QUE VIVEM DA COLETA DE MATERIAL RECICLÁVEL, QUE FORMARAM UMA COOPERATIVA QUE AJUDA O MUNICÍPIO COM PROBLEMA DO LIXO SE ACABAR ASSIM POR FALTA DE AJUDA DOS GOVERNANTES.
Postado por: Afonso, Erika, Paulo e Rondynelio.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Desertificação
A desertificação - a degradação das terras nas áreas áridas, semi-áridas e sub-úmidas secas - causa impactos significativos que podem ser medidos em termos de perda de área produtiva, solos, água e biodiversidade. No Brasil, este processo ocorre apenas no semi-árido, presente nos estados do Nordeste e no norte de Minas Gerais, e em áreas sub-úmidas localizadas no entorno da região semi-árida.O processo de desertificação gera uma perda de 5 bilhões de dólares por ano ao Brasil (cerca de 1% do Produto Interno Bruto) e já atinge gravemente 66 milhões de hectares no semi-árido brasileiro e 15 milhões de pessoas em áreas dos Biomas Cerrado e Caatinga. No Brasil, 62% das áreas susceptíveis à desertificação estão em zonas originalmente ocupadas por Caatinga, sendo que muitas já estão bastante alteradas.
Uso sustentável
A caatinga tem um grande potencial para o uso sustentável da sua biodiversidade. De fato, grande parte da população que reside em área de caatinga utiliza, há muito tempo, de sua biodiversidade para sobreviver. Podemos destacar espécies com potencial madeireiro, como a caatingueira, o pau d'arco e o sabiá, forrageiro, como o angico, o pau-ferro e o juazeiro, medicinal, como a aroeira (adstringente), araticum (antidiarréico), velame e Marmeleiro (antifebris). A maior parte da exploração é extrativista e sem critérios de exploração, gerando riscos a sobrevivência das espécies exploradas. No entanto, existem empresas e comunidades que produzem em bases sustentáveis produtos como a fibras do caroá e do sisal, para artesanato, e produtos alimentícios como sucos e doces de inúmeras frutíferas, como o cajuzeiro e o umbuzeiro.
SOCIEDADE, MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE
Exclusivamente brasileiro, a Caatinga ocupa cerca de 11% do país (844.453 Km²), sendo o principal ecossistema/bioma da região nordeste. A caatinga é o bioma menos conhecido do país, já que se realizaram poucas coletas no mesmo. No entanto, os dados mais atuais indicam uma grande riqueza de ambientes e espécies, com 932 espécies de plantas, 148 de mamíferos e 510 de aves, por exemplo, sendo que muitas destas espécies ocorrem somente na caatinga.
Cerca de 27 milhões de pessoas vivem atualmente na área original da caatinga, sendo que 80% de seus ecossistemas originais já foram alterados, principalmente por meio de desmatamentos e queimadas, em um processo de ocupação que começou nos tempos do Brasil colônia. Grande parte da população que reside em área de caatinga é carente e precisa dos recursos da sua biodiversidade para sobreviver. Por outro lado, estes mesmos recursos, se conservados e explorados de forma sustentável, podem impulsionar o desenvolvimento da região.
Cerca de 27 milhões de pessoas vivem atualmente na área original da caatinga, sendo que 80% de seus ecossistemas originais já foram alterados, principalmente por meio de desmatamentos e queimadas, em um processo de ocupação que começou nos tempos do Brasil colônia. Grande parte da população que reside em área de caatinga é carente e precisa dos recursos da sua biodiversidade para sobreviver. Por outro lado, estes mesmos recursos, se conservados e explorados de forma sustentável, podem impulsionar o desenvolvimento da região.
A conservação da caatinga está intimamente associada ao combate da desertificação, processo de degradação ambiental que ocorre em áreas áridas, semi-áridas e sub-úmidas secas. No Brasil, 62% das áreas susceptíveis à desertificação estão em zonas originalmente ocupadas por caatinga, sendo que muitas já estão bastante alteradas.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Os modelos de desenvolvimento dos países industrializados devem ser seguidos?
O desenvolvimento econômico é vital para os países mais pobres, mas o caminho a seguir não pode ser o mesmo adotado pelos países industrializados. Mesmo porque não seria possível.
Caso as sociedades do Hemisfério Sul copiassem os padrões das sociedades do Norte, a quantidade de combustíveis fósseis consumida atualmente aumentaria 10 vezes e a de recursos minerais, 200 vezes.
Ao invés de aumentar os níveis de consumo dos países em desenvolvimento, é preciso reduzir os níveis observados nos países industrializados.
Os crescimentos econômico e populacional das últimas décadas têm sido marcados por disparidades.
Embora os países do Hemisfério Norte possuam apenas um quinto da população do planeta, eles detêm quatro quintos dos rendimentos mundiais e consomem 70% da energia, 75% dos metais e 85% da produção de madeira mundial.
Caso as sociedades do Hemisfério Sul copiassem os padrões das sociedades do Norte, a quantidade de combustíveis fósseis consumida atualmente aumentaria 10 vezes e a de recursos minerais, 200 vezes.
Ao invés de aumentar os níveis de consumo dos países em desenvolvimento, é preciso reduzir os níveis observados nos países industrializados.
Os crescimentos econômico e populacional das últimas décadas têm sido marcados por disparidades.
Embora os países do Hemisfério Norte possuam apenas um quinto da população do planeta, eles detêm quatro quintos dos rendimentos mundiais e consomem 70% da energia, 75% dos metais e 85% da produção de madeira mundial.
Postado por : Paulo Cesar,Rondynélio,Erika Simas,Afonso Carapiá.
O que é desenvolvimento sustentável?
A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.
Postado Por: Paulo Cesar,Rondynélio,Erika Simas e Afonso Carapiá!
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Conservação Ambiental ajuda a mobilizar alunos e comunidade para o valor da educação em Caravelas (BA)
Promover a mobilização social é estar atento às oportunidades de integração de pessoas para o debate da temática educação. O gancho para reunir interessados no tema e promover a reflexão sobre o valor da educação pode acontecer de diversas formas – seja em uma reunião de associação de bairro, em um evento escolar ou em uma feira popular.
Atento às oportunidades de articulação, o mobilizador do município de Caravelas (BA), Valmir Fonseca Bispo, participou da organização da Semana do Meio Ambiente na Escola Municipal Claudionora Nobre de Mello. Além de despertar nas crianças e adolescentes a consciência para a preservação da natureza, a estratégia, neste caso, foi utilizar a temática ambiental como mecanismo de promoção do valor da escola na formação dos cidadãos.
Segundo o mobilizador, a programação foi intensa. “Realizamos palestras, apresentação de fantoches e distribuição de cartilhas, com temas relacionados à preservação do meio ambiente, coleta seletiva de lixo, aquecimento global e sustentabilidade”, comenta. Valmir explica também como se deu o processo de organização do evento. “O trabalho foi coletivo. Participaram do planejamento e execução das ações os professores, o diretor da escola, o GT (grupo de trabalho) do Parceria Votorantim pela Educação, representantes de ONGs e sindicatos, funcionários da empresa Fibria e membros da Secretaria de Educação”. Este tipo de trabalho integrado, unindo diferentes esferas da sociedade é uma das premissas do ‘Parceria’. O resultado desta experiência mostra a importância da ação conjunta para a promoção de ações pela educação.
A próxima fase do projeto deverá fazer o maior sucesso com os alunos. “Os estudantes farão um passeio de barco pelos manguezais da zona ribeirinha do município e ainda poderão fazer um plantio de mudas de árvores nativas da Mata Atlântica no pátio da escola”, conta Valmir.
Educação ambiental, folclore e festas regionais, ações esportivas, concursos culturais. Oportunidades não faltam para aproximar a comunidade da vida escolar e mostrar aos pais e alunos a importância de continuar investindo na educação.
Equipe Vencedores: Carlos Souza, Jackson Oliveira, Maria da Paz, Maria Elvira, Nels Belo.
Política Nacional de Educação Ambiental
A Política Nacional de Educação Ambiental foi instituída pela Lei 9795 de 27 de abril de 1999, que sofreu modificações pelo Decreto 4281 em 25 de junho de 2002. Sendo assim, estabeleceu-se que a Educação Ambiental (EA) seria um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal. A referência para a inclusão da EA nos níveis do processo educativo seria, então, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN).
Como a educação tradicional negligencia muitos valores importantes a EA, de forma transversal e holística, deveria constituir um meio para a introdução da dimensão ambiental na sociedade, através da escola.
Mas será que os PCN, que deveriam constituir um subsídio para apoiar o projeto pedagógico da escola, são suficientes para assegurar que a EA seja praticada de forma efetiva e verdadeira na educação formal? Nossa experiência ressalta que não. Ao analisar o enfoque dado ao meio ambiente nos ensinos Fundamental e Médio, vários equívocos na aplicabilidade dos PCN podem ser constatados.
Em primeiro lugar, ainda tendo como apoio a referida Lei, os docentes não participam de cursos de formação continuada visando à introdução de novos conceitos e perspectivas da área ambiental no ambiente escolar. Mesmo entre os que já freqüentaram cursos de “reciclagem”, os programas de televisão e documentários são os meios que norteiam aqueles que tentam aproximar o meio ambiente do cotidiano escolar. Mas vale ressaltar que esses quase não dispõem de uma visão crítica sobre o tema.
Verifica-se que a interdisciplinaridade da EA não é aplicada nas escolas. Tudo o que tange o meio ambiente fica restrito a aulas de Ciências, Biologia ou Química. No entanto, somente no conteúdo Ecologia é que o tema é abordado com maior freqüência, mostrando ainda o equívoco daqueles que insistem em considerar o meio ambiente como mero palco para acontecimentos ecológicos.
Do ponto de vista discente, a Educação Ambiental é algo que se aplica da porta da escola para fora. Quando interrogados sobre a temática, listam os problemas enfrentados pelo meio natural de sua comunidade, como exemplo o lixo, mas não admitem nenhum dos aspectos culturais e sociais englobados pela EA. Reconhecem os meios naturais como constituintes do meio ambiente, mas não enxergam o homem (ou a si mesmo) como parte integrante desse todo.
Sendo assim, percebe-se que os Parâmetros Curriculares Nacionais não são suficiente para subsidiar as atividades de EA nas escolas. A temática, que deveria assumir caráter transversal, não é debatida. O descaso quase sempre se justifica pela falta de recursos e tempo, julgando outros conteúdos e abordagens como mais importantes. Os alunos, que além de não verem muita relação entre suas ações e o meio ambiente, baseiam-se em informações advindas dos meios de comunicação. Sem intervenção direta nas escolas, a Lei que regulamenta a Política Nacional de Educação Ambiental torna-se vaga. É preciso um trabalho conjunto de diretores, professores, coordenadores, pais e governo para que a dimensão ambiental seja realmente introduzida nas escolas, por meio da EA.
Helena Rivelli de Oliveira é Bióloga e Pós-graduanda em Educação Ambiental
Equipe Vencedores: Carlos Souza, Jackson Oliveira, Maria da Paz, Maria Elvira, Nels Belo.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Atividades humanas que causam degradação do solo
O MAU USO E A DEGRADAÇÃO DO SOLO CAUSAM:
• Diminuição da produção agrícola
• Êxodo rural
• Escassez de alimentos
• Prejuízos a recursos naturais
• Perda da biodiversidade
A principal causa da degradação do solo é a má gestão da terra
ATIVIDADES AGRÍCOLAS CAUSAM PERDA DE SOLO
ÁREA COM MATA NATURAL | 4 KG DE SOLO POR HECTARE POR ANO |
ÁREA DE PASTAGEM | 700 KG DE SOLO POR HECTARE POR ANO |
ÁREA DE CAFEZAL | 1.100 KG DE SOLO POR HECTARE POR ANO |
ÁREA DE ALGODÃO | 38.000 KG DE SOLO POR HECTARE POR ANO |
ÁREAS DESMATADAS | 100.000 KG DE SOLO POR HECTARE POR ANO |
TIPOS DE DEGRADAÇÃO DOS SOLOS
• Degradação da fertilidade: provocado por monoculturas e uso de agrotóxicos;
• Degradação por erosão: hídrica e eólica;
• Degradação por contaminação: deposição não-controlada de resíduos no solo.
O uso desordenado do solo na zona urbana das cidades causa desmoronamentos e enchentes. No mundo a degradação do solo já afeta:
• 30% das florestas
• 20% das terras agrícolas
• 10% dos pastos
Cerca de ¼ da população mundial depende diretamente do solo que estão em áreas degradadas.
Augusto Chastinet, Gerson França, Ivan Gomes, Marcelo Lopes, Talita Andrade, Temerson Andrade (alunos do curso de Gestão Ambiental da UNIUBE).
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